sábado, 17 de setembro de 2011

CADÊ A TV?

Preste atenção na foto abaixo.


A TV não é mais a mesma, hein, amigos! Ela ficou transparente, quase invisível. Na Casa Cor Goiás 2011, vimos como a TV podia ficar linda e integrada ao vidro em vários ambientes, inclusive no banheiro. Mas agora a novidade é o aparelho de vidro, que ainda não foi lançado no mercado mas parece que já chega às lojas, segundo o site da Yanko Design.
O autor do projeto é o designer Michael Friebe. E ele explica que este aparelho combina a tecnologia do LCD às "inovações do mercado de design gráfico, o que permite criar imagens com movimento com uma reprodução riquíssima em cores e contrastes, desde o preto profundo ao branco cristalino."
Fonte: www.yankodesign.com



AGORA VEM O iCOOK - COZINHA NO NOTEBOOK!

Olá, amigos e amigas do design!

Quem acompanha este blog desde o início, sabe que eu comecei com um post da Yanko Design. E sou mesmo fascinada com as invenções deste povo! Agora a Electrolux Lab trouxe sua Mobile Kitchen Concept, que seria uma cozinha no seu notebook! É isso mesmo.
A invenção seria resumidamente (e grosseiramente) definida como um fogão de indução com uma boca, com uma tábua de cortar e ralar, possibilitando informações sobre receitas e a comunicação digital. E ainda é muito do charmoso. Temos aqui a mobilidade de um fogão de uma boca, a segurança de cozimento por indução, a facilidade de baixar arquivos e receitas, além de ler e-mails e conversar pelo MSN ou Skype. Quem já procurou no Google uma receita de última hora sabe como é importante ter internet na cozinha. Muitas vezes, eu fico na cozinha com o notebook ligado na mesa pra conferir se está tudo certo.
A proposta do equipamento da Eletrolux é interessante, sem dúvida. Mas fica uma questão: será que é funcional mesmo? E o respingo de gordura e fumaceiro na tela touchscreen... Isso só o futuro dirá. O produto ainda está em fase de testes. Vejamos as fotos:













domingo, 4 de setembro de 2011

KARIM HASHID NO BRASIL

O rosto não escondia o cansaço com a visita de menos de 48 horas ao Brasil, onde esteve nesta semana a convite da Export Plastic – programa ligado à Agência Brasileira de Promoção e Exportações e Investimentos (Apex) e ao Instituto Nacional do Plástico. Mas a agilidade nas respostas e a impecável roupa branca com pinceladas de rosa – cor que se tornou sua marca registrada – não deixava dúvidas de que Karim Rashid ainda tinha muito a deixar de si.

Apontado pela revista “Time” como “o príncipe do plástico”, título que parece lhe cair como uma luva tendo em vista seus trabalhos mais festejados nos últimos anos, o designer egípcio (naturalizado americano) veio justamente para incentivar o uso do design como diferencial competitivo na indústria plástica nacional e participar de rodadas de negócio com clientes potenciais. “Não há dúvidas de que o uso do plástico tornou o mundo mais fácil. Mas é preciso repensar esse material”, diz Rashid.

A solução, ele mesmo indica: é preciso investir na reciclagem do plástico, bem como incentivar mais pesquisas e usos para o plástico ecológico, feito a partir de matérias-primas renováveis, como a cana-de-açúcar e o milho. “Falo isso há mais de 10 anos às indústrias, mas a decisão final não é minha. Meu papel é ser um provocador e mostrar as possibilidades de se ter um mundo melhor, de se agir com responsabilidade social.”
Com projetos espalhados em 42 países, entre eles o Brasil – ele já desenvolveu, entre outros, um calçado para a Melissa, um aspirador de pó portátil para a Brastemp e uma luminária para a Via Light –, Karim Rashid acredita que estamos vivendo uma nova fase do design, na qual não há barreiras de estilos, referências ou culturas. “Até poucos anos atrás as empresas faziam diferentes verões de um mesmo produto dependendo do país para onde ele seria exportado. Hoje está tudo massificado”, diz ele, incluindo nesse movimento o próprio trabalho dos designers, que estão cada vez mais globalizados. Ele mesmo garante que 90% de seus projetos estão fora dos Estados Unidos, onde está sediado seu escritório.  

Design é pensar o futuro
Quem vê o portfólio de Karim Rashid acha difícil encontrar um segmento no qual ele ainda não tenha se embrenhado, de mamadeiras a talheres, móveis, relógios, garrafas, telefones celulares e sua mais nova paixão, interiores de hotéis. “É muito bom poder trabalhar com uma visão mais ampla, projetando todos os detalhes de um ambiente, dos móveis, ao tapete, cortinas, papelaria, tecidos”, comenta ele, que começa também a tomar gosto pela arquitetura fazendo o caminho oposto ao habitual (arquitetos que se tornam designers de interiores e objeto). “Os arquitetos raramente pensam nos detalhes, eles gostam de olhar o todo, mas se esquecem de que, à noite, eles também vão querer dormir em uma cama confortável.”

Acesse <delas.ig.br/casa/decoracao> e veja outras peças de Karim Hashid.

domingo, 28 de agosto de 2011

SOLAR CITY TOWER - OLÍMPIADAS DE 2016 NO RIO

É um dos primeiros esboços arquitectónicos para os Jogos Olímpicos de 2016, que se realizarão no Rio de Janeiro e destaca-se pela sua sustentabilidade. Desenhada pelo gabinete RAFAA, sedeado em Zurique, consegue gerar energia durante o dia e a noite, utilizando a energia solar e a hídrica, respectivamente. Esta torre irá gerar e fornecer energia não só para a aldeia olímpica, como também para a cidade do Rio.
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O desafio passou por conceber uma estrutura vertical localizada na ilha de Cotonduba que, além de ter a função de torre de observação, se torne num símbolo de boas-vindas para quem chegar ao Rio de Janeiro por via aérea ou marítima, uma vez que esta será a cidade anfitriã dos Jogos Olímpicos de 2016.
A sua concepção permite-lhe aproveitar a energia solar diurna através de painés localizados ao nível do solo, ao mesmo tempo que a energia excessiva produzida é canalizada para bombear água do mar pelo interior da torre, produzindo um efeito de queda de água no exterior. Esta água é simultaneamente reaproveitada através de turbinas com o objectivo de produzir energia durante o período nocturno.
A Solar City Tower engloba ainda outras funcionalidades. Anfiteatro, auditório, cafetaria e lojas são acessíveis no piso térreo, a partir do qual se acede igualmente ao elevador público que conduzirá os visitantes a vários observatórios, assim como a uma plataforma retráctil para a prática de bungee jumping.
No cimo da torre é possível apreciar toda a paisagem que circunda a ilha onde estará implementada, bem como a queda de água gerada por todo o sistema que integra a Solar City Tower, tornando-a num ponto de referência dos Jogos Olímpicos de 2016 e da cidade do Rio de Janeiro. Minha pergunta é: isso vai sair do papel? O que vc acha? Deixe seu comentário.
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Leia mais: http://obviousmag.org/archives/2010/04/torre_sustentavel_nos_olimpicos_de_2016.html#ixzz1WMnVlYGc

A CASA CARACOL - ARQUITETURA ORGÂNICA

Para quem acha que já viu de tudo... Ainda falta muita coisa. A casa projetada por Javier Senosiain está sendo construída na Cidade do México. O projeto foi entitulado Nautilus, mas acabou sendo mais conhecido como Casa Caracol/ Shell House. A ideia é esta mesmo: uma casa em formato de caracol, algo que lembre as formas da natureza, sem as linhas retas e duras que a arquitetura traz para o lar. Vejam as fotos e o texto sobre o que já foi construído, segundo o site <obviousmag.org>:
"Tal como outra casa, a Nautilus possui todas as divisões normais: quarto, sala de estar, sala de jantar, cozinha e casa-de-banho. A diferença é que não existem separações internas entre cada uma e os pisos são ligados por uma escada em espiral. Exactamente quando se entra, temos a escada à nossa frente. E já dentro, para além da percepção do espaço interior, vemos que o exterior continua presente: as plantas ocupam o largo corredor e o reflexo dos vitrais da fachada principal ilumina-o. Este jogo de formas, cores e luzes é igualmente inspirados nos detalhes de Gaudi.

Leia mais: http://obviousmag.org/archives/2011/08/nautilus_shell_house_uma_casa_de_fantasia.html#ixzz1WMmcFYIG

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